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Reading Nostra Aetate in Reverse: A Different Way of Looking at the Relationships Among Religions

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  • Additional Information
    • Publication Information:
      Boston College University Libraries, 2016.
    • Publication Date:
      2016
    • Abstract:
      Nostra Aetate indisputably represented at its promulgation in 1965 a momentous step forward in Catholic theology of religions. But its perspective on other religions still remains deeply "Christianity-centric" in that it views other religions from the Christian vantage-point and uses Christianity as the yardstick to evaluate them. Graphically, its theology of religions may be represented by a series of concentric circles with Christianity occupying the center of the innermost circle and other religions occupying successive circles, with increasing distance from the center, depending on the number of the elements of the true religion, which is Christianity, they possess. How would the "the relation of the Church to non-Christian Religions" (the full title of the Declaration Nostra Aetate) look like if we start from other religions and see them on their own terms, as they see themselves, that is, not as "non-Christian," and inquire into their mutual relations? The essay begins with an examination of the theology of religions implicit in the use of the expression “non-Christian” when referring to religions other than Christianity. It is argued that the “non” is not a neutral descriptive term but represents the “fulfillment theology” of religions prevalent before and during Vatican II. Next a critique of this fulfillment theology is presented showing that it is seriously inadequate for interreligious dialogue. Finally the essay proposes a different way to conceiving the relation between Christianity and other religions (as “other” and not as “non-Christian”) by applying the insights of the Jewish-Christian dialogue, especially its rejection of supersessionism, its condemnation of the “teaching of contempt,” and its Trinitarian theology of religion. In summary, the essay attempts to formulate a Christian “kenotic theology of religion,” in which Christianity and the church no longer stand at the normative center toward which “non-Christian” religions move as their “fulfillment” and perfection. Rather all religions, including Christianity, must “empty” themselves so as to be “filled” by the “other” in mutual correction, learning, and enrichment. Nostra Aetate indiscutivelmente representou, quando de sua promulgação em 1965, um avanço importante na teologia católica das religiões. Mas a sua perspectiva sobre outras religiões ainda permanece profundamente "cristocêntrica", uma vez que vê as outras religiões a partir do ponto de vista cristão e usa o cristianismo como o critério para avaliá-las. Graficamente, a sua teologia da religião pode ser representada por uma série de círculos concêntricos, com o cristianismo ocupando, por um lado, o centro do círculo, e as outras religiões ocupando círculos sucessivos, com o aumento da distância a partir do centro, em função do número dos elementos da religião considerada verdadeira, isto é, o cristianismo. Como seria a "a relação da Igreja com as religiões não cristãs" (título completo da Declaração Nostra Aetate) se nosso ponto de partida fosse as outras religiões e as víssemos a partir de seus próprios termos, como elas vêem a si mesmas, isto é, não como "não-cristãs", investigando assim suas relações mútuas? O presente ensaio começa com um exame da teologia das religiões implícita no uso da expressão "não cristãs" quando isso se refere às religiões diferentes do cristianismo. Argumenta-se que o "não" da referida expressão não é um termo descritivo neutro, pois ele representa a "teologia da substituição", próprio daquelas religiões predominantes antes e durante o Concílio Vaticano II. Em seguida apresenta-se uma crítica à referida teologia da substituição, demostrando que ela é insuficiente para o diálogo inter-religioso. Finalmente, o texto propõe uma maneira diferente de conceber a relação entre o cristianismo e outras religiões (como "outras" e não como "não cristãs"), aplicando os conhecimentos a respeito do diálogo judaico-cristão, especialmente a sua rejeição do supersessionismo, a sua condenação do "ensino de desprezo" e sua teologia trinitária da religião.Em síntese, o ensaio tenta formular uma “teologia quenótica da religião" em que o cristianismo e a Igreja deixam de estar no centro normativo, de modo que as religiões não cristãs emerjam como seu "cumprimento" e perfeição. Ao invés disso, todas as religiões, incluindo o cristianismo, devem esvaziar a si mesmas, de modo a serem preenchidas pelo “outro” através da correção mútua, da aprendizagem e enriquecimento recíprocos.
    • File Description:
      application/pdf
    • ISSN:
      1930-3777
      2175-5841
    • Online Access:
      https://explore.openaire.eu/search/publication?articleId=doi_dedup___::90879732ab64df0926bed3a781fad165
      https://ejournals.bc.edu/index.php/scjr/article/download/9225/8283
    • Rights:
      OPEN
    • Accession Number:
      edsair.doi.dedup.....90879732ab64df0926bed3a781fad165